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Projeto “Comer e Brincar serve pra quê” tem seminário de encerramento

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Projeto “Comer e Brincar serve pra quê” tem seminário de encerramento


Para termos indivíduos mais saudáveis no futuro, os cuidados com a saúde devem começar na primeira infância. Sabendo disso, o Instituto Avisa Lá, em parceria com a Fundação Cargill e cinco Secretarias Municipais de Educação do Estado de São Paulo criaram o projeto “Comer e Brincar serve pra quê”.

Realizado nos anos de 2019 e 2020, o projeto teve por objetivo conscientizar professores, merendeiras e demais profissionais que trabalham com educação sobre a importância de praticar bons hábitos de alimentação e atividade física na infância.

O projeto incorporou, então, a alimentação e o movimento ao calendário pedagógico de todas as unidades públicas de educação infantil de Mogi Guaçu, Amparo, Mogi Mirim, Pedreira e São Roque, os cinco municípios participantes.

Em 25 e 27 de novembro de 2020 foi realizado um evento de encerramento do projeto e foram avaliados os avanços conquistados.

O seminário virtual contou com a participação de Álvaro Modesto da Fundação Cargill e de representantes do Instituto Avisa Lá e das Secretarias de Educação Municipais, bem como de algumas gestoras pedagógicas das escolas envolvidas.

O seminário foi permeado pela palestra da consultora do Instituto Avisa Lá, Isabel Porto Filgueiras, intitulada “Mover-se no mundo: espaços de dentro e de fora para as infâncias”, a qual alavancou uma série de relatos sobre as realizações e experiências adquiridas no projeto.

Vamos saber com mais detalhes como o projeto aconteceu.

A implantação do programa “Comer e brincar serve pra quê”

Já no primeiro ano de implantação foram observados muitos avanços, tanto na área de alimentação como de movimento.

As equipes das escolas inovaram seus olhares para o momento da alimentação, proporcionando e valorizando maior autonomia das crianças.

Os refeitórios receberam novos utensílios de cozinha e estética visual e foi introduzido o sistema self-service proporcionando maior protagonismo das crianças na hora das refeições.

O programa estimulou também atividades ao ar livre, bem como a visita a parques e praças, em um trabalho que aguçou a percepção da competência corporal das crianças e da beleza de suas manifestações.

A Pandemia em 2020

O segundo ano do projeto foi marcado pela pandemia decorrente do novo coronavírus. Como as crianças estavam impossibilitadas de frequentar o ambiente escolar, foi necessário buscar novas alternativas para que elas continuassem os aprendizados em casa.

As equipes enfrentaram grandes desafios para promover adaptações ao programa e se fez necessário envolvimento das famílias das crianças no projeto.

Com muita competência e dedicação, os técnicos conseguiram transmitir para as famílias das crianças as informações necessárias para que o projeto tivesse êxito dentro de suas casas.

Com o apoio e engajamento de todos, pode-se acompanhar cenas como: crianças ajudando no preparo das suas refeições em casa, fazendo um piquenique no quintal, experimentando novos alimentos, brincando ao ar livre com seus pais, jogando bola, empinando pipa, pulando corda e até mesmo pescando, caso de algumas crianças que vivem na zona rural.

A volta às aulas

Durante o seminário as técnicas participantes também aproveitaram para tirar dúvidas em relação a volta às aulas presenciais. Dentro dos limites do projeto, foram discutidos os protocolos de higiene e proteção pertinentes à fase pós-pandemia.

Procedimentos relativos ao momento da alimentação e cuidados com os espaços destinados a brincadeiras coletivas foram debatidos, bem como a questão do uso da máscara, distanciamento social e qualidade nas interações entre as crianças.

Assim, o Seminário virtual de encerramento do projeto “Comer e Brincar serve pra quê”, demonstrou como as aprendizagens se deram, tanto dentro da escola como em casa, a partir da relação escola/família, ampliando conhecimentos na construção de hábitos saudáveis na primeira infância.

O Seminário foi encerrado com a certeza da continuidade das ações nos municípios, vindas dos aprendizados durante o projeto e da apropriação, por parte das formadoras locais, de uma metodologia sustentável e duradoura.

A Fundação Cargill, bem como os demais parceiros do projeto, agradecem o empenho de toda a equipe envolvida, reconhecem os ganhos adquiridos e valoriza o legado de saúde que está deixando para os adultos do futuro.




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