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Educação alimentar na escola para uma vida saudável

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Educação alimentar na escola para uma vida saudável


A Educação Alimentar e Nutricional, elaborada pelo Programa Nacional de Educação Alimentar (PNAE), busca estimular a adoção voluntária de práticas e escolhas por uma alimentação mais saudável.

O que muita gente não sabe é que o tema é conteúdo previsto nos Parâmetros Curriculares Nacionais e, portanto, também deve ser trabalhado em escolas e salas de aula de todo o país.

“Reconhecer, ao longo destes últimos anos, que a alimentação escolar é parte do processo educativo foi uma das mudanças de paradigma verificadas na alimentação escolar”, afirma Albaneide Peixinho, Coordenadora-Geral do Programa Nacional de Alimentação Escolar.

Como mostra da relevância do assunto, dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), referentes ao levantamento de 2010, apontam que 15% das crianças com idade entre cinco e nove anos têm obesidade.

Isso significa que uma em cada seis crianças brasileiras está com sobrepeso e sofre com obesidade infantil, de acordo com o parâmetro da Organização Mundial de Saúde (OMS). Neste cenário, levar a educação alimentar na escola para dentro da sala de aula é um compromisso que deve ser assumido pelos gestores escolares e professores em prol da saúde e do futuro das crianças.

De acordo com Katia Karam Gonzalez, pedagoga e assessora da Fundação Cargill para o Programa “de grão em grão”, nos últimos 30 anos, o Brasil reduziu significativamente a desnutrição infantil, mas o problema coexiste com a obesidade.

 

Alimentação Escolar

Katia aponta que apenas 38,3% das crianças entre cinco e dez anos de idade consomem frutas, legumes e verduras. Neste contexto, a pedagoga avalia que a escola, justamente por ser um equipamento social tão relevante para a formação das crianças e adolescentes, não pode omitir-se da responsabilidade de tratar da educação para uma alimentação saudável como prioridade.

 

Alimentação escolar

 

No âmbito do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), frente de atuação de Albaneide, o desafio está em fazer com que a educação alimentar e nutricional seja abordada de maneira transdisciplinar, perpassando e integrando as diversas disciplinas.

“Cada uma pode contribuir em alguma medida para a construção de competências relacionadas a uma visão crítica sobre a alimentação e que promovam escolhas alimentares mais saudáveis e sustentáveis”, explica.

A Fundação Cargill apoia a presença da alimentação saudável nas escolas

Foi pensando em tornar realidade a presença da alimentação na escola de forma saudável, que o Projeto “de grão em grão” saiu do papel, em 2004. De lá para cá, ele percorreu mais de 21 cidades de 8 Estados brasileiros, realizando um trabalho voltado às crianças de 6 a 10 anos de escolas públicas municipais.

Em 10 anos, foram distribuídos mais de 460 mil livros aos alunos das escolas municipais onde o programa esteve presente – material utilizado para aprofundar o conhecimento dos alunos sobre os temas de educação alimentar infantil.

Além disso, cerca de 20 mil professores e merendeiras participaram dos encontros de formação continuada, compartilhando dicas sobre o cuidado com o manuseio de alimentos e informações sobre obesidade, má nutrição, rotulagem de alimentos, entre outros assuntos.

O resultado desse trabalho pôde ser visto nas mais de 900 toneladas de alimentos produzidos nas hortas escolares do programa, que, além de enriquecerem o cardápio da merenda, fazem a ponte para o ensino do conteúdo das disciplinas. Uma iniciativa que envolve toda a comunidade em prol da educação alimentar na escola.




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