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EUA apresentam novas diretrizes de alimentação e nutrição

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EUA apresentam novas diretrizes de alimentação e nutrição


O governo norte-americano divulgou, recentemente, uma nova versão das Diretrizes de Alimentação (Dietary Guidalines for Americans 2015-2020 – eighth edition). O documento apresenta as bases dos programas de nutrição do país, incluindo merendas escolares e o Programa Especial de Nutrição Complementar para Mulheres, Bebês e Crianças, que atende milhões de americanos. Também indica o que médicos ou nutricionistas podem informar a seus pacientes sobre seus hábitos alimentares.

A publicação recomenda que a população norte-americana reduza seu consumo de açúcares adicionados e gorduras saturadas (no máximo, 10% das calorias diárias, cada um); de sódio; e, se forem adolescentes masculinos ou homens jovens, de alimentos ricos em proteínas, como carnes, aves e ovos. Em comparação com a edição anterior, o limite de ingestão de colesterol foi eliminado – de acordo com o material, atualmente é possível ter um melhor entendimento sobre os outros fatores que influenciam sua alta, como peso corpóreo, prática de exercícios físicos e quais outros alimentos fazem parte da dieta.

A principal mensagem é de que as dietas devem oferecer todos os nutrientes necessários dentro dos respectivos limites calóricos para cada idade, sexo e nível de atividade. “Os princípios básicos continuam os mesmos: devemos consumir mais frutas, vegetais, grãos integrais e laticínios com baixos teores de gordura”, explica a especialista da Cargill em Assuntos Regulatórios e Científicos, Indra Mehrotra.

“O que realmente gostei nas novas diretrizes é que houve um grande esforço de não demonizar alimentos, produtos ou categorias. O recado geral é que todos os alimentos podem ser parte de uma dieta saudável, se forem consumidos de forma responsável. O guideline tem uma visão holística dos alimentos e há muita flexibilidade para personalizá-las e torná-las específicas para cada pessoa”, destaca a também especialista da Cargill em Assuntos Regulatórios e Científicos, Jennifer van de Ligt.

As recomendações são emitidas pelos departamentos de Agricultura e Saúde e Serviços Humanos dos Estados Unidos e são atualizadas a cada cinco anos.

No Brasil, as orientações gerais podem ser conferidas em publicações como a Política Nacional de Alimentação e Nutrição e no Guia Alimentar para a População Brasileira.

Em novembro de 2015, o governo brasileiro lançou o Pacto Nacional pela Alimentação Saudável, que visa ampliar as condições de oferta, disponibilidade e consumo de alimentos saudáveis, combater a obesidade e as doenças decorrentes da má alimentação.

 

 

 

 




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